Se escrevo o que sinto é porque assim diminuo a febre de sentir.
domingo, 2 de outubro de 2011
Levanta dessa cama garota. Anda! Sei que tá doendo, mas levanta.
Coloca uma roupa. Passa a maquiagem. Arruma esse cabelo. Ajeita a armadura. Segura o coração.
Sai por aquela porta. Enfrenta o vento. Sorri pro sol. Segura o coração.
Olha pra ele. Passa reto. Não caia. Não caia. Engole o choro.
Finge de morta quando ele falar com você. Seja fria. Continue andando.
Enfrente seus problemas de cara. Reaja. Vai. Tá pensando que é só você que sofre? Tá enganada. Anda menina. Para de ser infantil. A culpa não é de ninguém…Se apaixonou agora segura.
Anda. Seja forte. Seja feliz. Seja uma mulher.
Caio Fernando Abreu
Eu gosto do impossível, tenho medo do provável, dou risada do ridículo e choro porque tenho vontade, mas nem sempre tenho motivo.
Tenho um sorriso confiante que as vezes não demonstra o tanto de insegurança por trás dele.
Sou inconstante e talvez imprevisível.
Não gosto de rotina. Eu amo de verdade aqueles pra quem eu digo isso, e me irrito de forma inexplicável quando não botam fé nas minhas palavras.
Nem sempre coloco em prática aquilo que eu julgo certo.
São poucas as pessoas pra quem eu me explico...
Bob Marley
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