Memórias, crônicas e declarações de amor
Se escrevo o que sinto é porque assim diminuo a febre de sentir.
sábado, 22 de agosto de 2015
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Um dia você entende que o tempo não é inimigo. E que ele é o nosso maior mestre. Que tudo vem na hora que deve vir. Que não adianta espernea...
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Às vezes é preciso dormir, dormir muito. Não pra fugir, mas pra descansar a alma dos sentimentos. Quem nasceu com a sensibilidade exacerbada...
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Estive pensando, bom, sobre mim, sobre ele. Nós. E quer saber? Acho que ninguém vai sair ileso dessa história, alguém vai se machucar. Talve...
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Hoje joguei tanta coisa fora. Vi o meu passado passar por mim, cartas e fotografias… Gente que foi embora.
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