Memórias, crônicas e declarações de amor
Se escrevo o que sinto é porque assim diminuo a febre de sentir.
sábado, 5 de julho de 2014
Sempre quis alguém que me ouvisse. Não as bobagens que falo de vez em sempre.
Mas o que minha alma não sabe dizer.
Que fizesse esforço para captar tudo que não sai da minha boca.
— Clarissa Corrêa
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