domingo, 26 de fevereiro de 2012

AMOR MEU GRANDE AMOR

Amor, meu grande amor
Não chegue na hora marcada
Assim como as canções
Como as paixões
E as palavras...
Me veja nos seus olhos
Na minha cara lavada
Me venha sem saber
Se sou fogo
Ou se sou água...
Amor, meu grande amor
Me chegue assim
Bem de repente
Sem nome ou sobrenome
Sem sentir
O que não sente...
Pois tudo o que ofereço
É, meu calor, meu endereço
A vida do teu filho
Desde o fim, até o começo...
Amor, meu grande amor
Só dure o tempo que mereça
E quando me quiser
Que seja de qualquer maneira...
Enquanto me tiver
Que eu seja
O último e o primeiro
E quando eu te encontrar
Meu grande amor
Me reconheça...
Algumas coisas, por mais impossíveis que pareçam, a gente sabe, bem no fundo, que foram feitas pra um dia dar certo.

Caio Fernando Abreu
Ao mesmo tempo, alguma coisa em mim não consegue desistir, mesmo depois de todos os fracassos. E tento, tento. […] Não desisto. Um dia, um dia, quem sabe? Pode ser que esteja no escrever a resposta de tudo o que persigo. Acreditar, só preciso acreditar um pouco mais em mim.

Caio Fernando Abreu

Só agora eu sinto que as minhas asas eram maiores que as dele, e que ele se contentava com os ares baixo; eu queria grandes espaços, amplitudes azuis onde meus olhos pudessem se perder e meu corpo pudesse se espojar sem medo nenhum. Queria e quero- ainda. Voar junto com alguém, não sozinha.

Caio Fernando Abreu

E quando escutar um samba-canção, como: “Eu preciso aprender a ser só”. Reagir e ouvir o coração responder: “Eu preciso aprender a só ser.”

Caio Fernando Abreu

Dói até a alma


A sua vida só vai pra frente depois que você se desapega das pessoas que te levam pra trás.

Caio Fernando Abreu
Fazem meses que não te vejo, ‘que não falo com você’. Não sei se você está bem, se está gostando de outro alguém ou se às vezes ainda sonha comigo. Nada mais sei sobre você, além do que sobrou. Recentemente vi umas fotos suas, o corte de cabelo ainda era o mesmo, o físico, o estilo de roupas. Mas tinha algo diferente, eu sei que tinha, porém, como eu poderia explicar? Era algo no seu olhar castanho escuro, como se faltasse algo por dentro de você. Era o formato dos traços do seu sorriso, como se tivesse perdido um pedaço de você… Então lembrei, talvez o que faltava, era o pedaço de você que eu levei comigo, e não consegui te devolver…

Caio Fernando Abreu

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012



Dói mesmo, eu me apaixono mesmo, sou intensa mesmo, eu me ferro mesmo.
Tudo é bom, tudo é vazio, tudo é bom de novo.
Viver é um absurdo e não dá pra passar por isso tão ileso.
— Tati Bernardi